Motivos: castigo ou oportunidade?
por Elisa Leão
Eu podia sair de casa, levar meus filhos para a escola, trabalhar, ir a academia, ao supermercado, ao shopping, almoçar fora, buscar meus filhos na escola, conversar com a professora, jantar fora, encontrar amigos, ir à igreja… talvez não nessa ordem, mas a minha vida era diferente do que estou vivendo nesses últimos tempos de isolamento social. Alguém se identificou?
Tudo mudou, a liberdade foi roubada por algo invisível e perigoso. Um inimigo que chegou se impondo e embora microscópico, com um poder mortal. Mas por que? Qual é o motivo? Por que ficar sem a liberdade do dia a dia? Por que ter problemas com o salário? Perder pessoas queridas? Ter problemas sociais? Ter problemas econômicos? Por que ter que trabalhar e trabalhar em casa e trabalhar para a casa e cuidar das crianças e ter que se transformar em faxineira, professora e tudo isso de uma vez? Em alguns momentos isso parece castigo! Castigo? Por quê?
Mas… não (…)
O “novo normal”
por Gaudêncio Torquato
Nesses tempos de medo e depressão, chovem platitudes e truísmos, na esteira de profetas, videntes e assemelhados que se multiplicam por todos os quadrantes: “depois da pandemia, o mundo será mais solidário”, “veremos avanços nas áreas das ciências”, “os países serão menos globalistas e mais protecionistas”, etc.
A ciência política não escapa da inexorável tarefa de tentar descobrir os caminhos do amanhã, razão pela qual, confesso, também me inclino a fazer, vez ou outra, exercícios de futurologia. Com forte probabilidade de acertar e cometer erros.
Em praticamente todas as projeções, prega-se o advir de um mundo diferente, um planeta mais solidário no enfrentamento das crises, hipótese bastante plausível ante a constatação de que a catástrofe de uma Nação, a partir da contaminação por um vírus, atinge a todas. E a busca pela extinção de pandemias passa a ser missão de todos.
Na pr (…)
A Gazeta Cidade de Pinhais – Edição 561
(…)
Governador anuncia R$ 600 milhões para investimentos nos municípios
O valor faz parte do programa Paraná Urbano III e será disponibilizado para as prefeituras.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou, na sexta-feira, dia 17, em entrevista para a Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp), que os municípios terão acesso a mais de R$ 600 milhões (US$ 118,3 milhões) para investir em obras. Os recursos serão geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedu) e foram obtidos por empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O governador disse que o montante será aplicado diretamente nas cidades e deve ajudar a gerar emprego e renda em todas as regiões, amenizand (…)
Pagamento do auxílio emergencial injeta R$ 32 milhões na economia de Curitiba
Começou na quinta-feira (16/4), o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial para quem recebe o Bolsa Família. Em Curitiba, o benefício deverá injetar cerca de R$ 32 milhões na economia local para o atendimento de 30.062 famílias.
Os pagamentos seguem o calendário do Bolsa Família. As famílias já cadastradas não precisaram optar pela ajuda emergencial, já que os dados foram cruzados pelo próprio governo na seleção de quem seria beneficiado e quais valores seriam pagos.
Dinheiro que chega em boa hora
Liamara Nunes da Silva, 59 anos, faz parte de uma das famílias selecionadas para receber R$ 1.800. Desde 2007, ela é atendida pelo programa Bolsa Família m (…)






